segunda-feira, 27 de julho de 2009

Em silêncio eu agradeço.

Ei, você aí, pára de reclamar e vá viver a vida.
Pára de achar que coisas ruins só acontecem cuntigo e se fazer de vítima do destino. Eu já estive neste papel e garanto, não adianta de nada.
Olha pro lado, quanta coisa pra se viver, quanta coisa pra se conhecer, quanta gente pra se conhecer.
Cuidado pra não estar tão ocupado culpando a vida, e não perceber a leve batida da felicidade querendo entrar aí.
Troque de roupa, troque de casa, troque de emprego, troque de peso, de cor de cabelo, mas mude, se é isso que tu necessitas pra recomeçar, MUDE.
Mas não esqueça da mudança interna, porque sem ela, a externa de nada adianta.
Sacode a poeira, assovia pros gatinhos na rua, dança enlouquecidamente, vai de pantufa no supermercado.
Não espera ter 50 anos pra descobrir que a vida passa rápido, e o segreso está em como você decide vivê-la, coisas ruins sempre vão acontecer, e se você der espaço pra dor, ela não vai embora nunca! Acredite, eu já abri as portas pra ela muitas vezes, e pra mandar embora foi difícil.
Veste teu melhor sorriso, tua melhor roupa, teus melhores sonhos, e vai ser feliz!
Ou tu descobriu coisa melhor pra se fazer?
Eu fui ser feliz, se um dia eu voltar aqui e tiver mordido a língua, isso também não fará a menor diferença, pois o hoje, merece toda a intensidade do mundo, sempre!

sábado, 25 de julho de 2009

Vá em frente...

De repente faltam palavras. Lágrimas começam a cair, até que a angustia se esvaia completamente.Respiro, suspiro, e vou em frente.
A dor dos outros muitas vezes me dói infinitamente mais do que a minha própria.
São sentimentos, momentos, palavras...palavras...palavras.
Longe de mim dizer o famoso "eu te avisei", mas lá no fundo ele destoa de todo o resto.
Vá em frente minha amiga, mas dessa vez, busque as tuas verdades, os teus sonhos, porque a vida pode não te dar uma terceira chance.
E só mais um conselho, conserve teus amigos, os verdadeiros, afinal tu precisou ir ao fundo do poço pra entender a importancia deles, não é?

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O estranho

De repente vem a tua presença outra vez e as mãos começam a tremer. Sei, pareço ter 12 anos novamente e estar vivendo meu primeiro amor, mas você é incapaz de imaginar quanto tempo eu esperei até sentir de novo algo assim. De repente eu já não consigo mais me concentrar em nada e as palavras saem embaraçadas, digitar se torna o maior desafio do mundo. Sinto borboletas no estômago, cócegas nos olhos e ar no coração. Até parece que vou sufocar de tanto sentimento. Pra sentir tudo isso? Basta você olhar! E, sinceramente, não queira saber da reação pra quando você sorrir pra mim. Daí você não entende, afinal aparentemente eu continuo ótima e até consigo falar algo legal, a gente dança em passos perfeitos e eu até consigo sorrir espontaneamente para os outros conhecidos. É, eu sei, eu disfarço bem. Depois de escrever, atuar é o que eu mais gosto de fazer!Sabe quando você faz alguma pergunta e eu te olho com cara de quem sabe o que vai dizer? Pois bem, também é uma farsa! Eu nunca sei responder quando se trata de você, muito menos quando é pra você. Ainda que você me pergunte a coisa mais óbvia, como o que vamos fazer por exemplo, ainda assim me perco toda, mas mantenho o olhar firme e dou aquele risinho de canto de boca infalível, assim nem você e nem ninguém notará a festa que eu estou dando por dentro e o caos que você causa em minhas estruturas internas.Tenho que parar com tanta euforia, eu sei. Afinal qualquer hora dessas vou acabar desmaiando sobre você e você me olhando com cara de quem não sabe o que essa louca tem. Provavelmente quando eu acordar em teus braços vou desmaiar de novo, achando que eu só posso é ter surtado de vez!E agora eis o que me destrói: Tua calma. Você parece tão sólido, concreto, absoluto. E eu sou tão frágil! Nada em você demonstra sentimento, nada em você demonstra desejo, você é aquele ser impenetrável, que a gente busca nos olhos uma resposta e só fica mais confuso. Se eu acho ruim? Nunca! Dizer que eu não gosto seria me fazer de tola diante de mim mesma, a verdade é que eu adoro. Adoro esse teu jeito distante, inalcançável, porque bom mesmo é o que é difícil. Não que você seja difícil, mas ao menos você age fora do normal. A sua segurança com as palavras, teu sorriso discreto apropriado, como pode alguém conseguir manter tanto equilíbrio? Embora eu tenha certeza que abalo você, as vezes chego até a ficar confusa.Mas é aí que tá, eu gosto da confusão. Gosto de não saber como agir, não saber como falar. Gosto do sabor do diferente, do novo e indecifrável. É, indiscutivelmente, por essa tua cápsula protetora que você mexe comigo.Eu tô cansada de saber o que fazer, como agir, o que dizer. Eu nunca sei o que você espera de mim e é assim que eu te descubro todos os dias, em todos os sentidos. É essa insegurança causada por você que me mantem tão atraída.Dizem que o primeiro amor a gente nunca esquece, pois bem, eu não acredito nessa filosofia. Porém na filosofia de que um estranho é capaz de abalar tuas estruturas de tal maneira que você mal consegue manter a respiração, sim eu acredito! Na filosofia de que paixão é um mal que vem e devasta tudo, te fazendo guardar pra sempre a lembrança do fogo no vento que te levou... Nessa filosofia, depois de vivê-la, eu não só acredito como posso dizer, não tem nada igual. E agora eu acredito também, que quando bem dosada e administrada, a paixão vem, e fica! Ah... e como fica!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Felicidade!

Hoje o dia amanheceu meio cinza, frio, nublado. E eu aqui, com um puta sorriso estampado no rosto.
Não ganhei na mega sena, não passei em um concurso e também não fui eleita miss pantanal hehe, eu simplesmente recuperei alguma coisa que havia perdido.
Aquela velha fé nas pessoas, aquela velha alegria em simplesmente existir.
E o que eu precisei pra conseguir tudo isso?...
Passada uma fase difícil, e também alguns momentos de busca pessoal, eu me reencontrei em sOnhos, pessoas, lugares e acima de tudo em sentimentos.
Aprendi a ser menos passado, e conseguir enfim vivenciar o presente liberta de amarras invisíveis, que assim como antigos fantasmas vinham me deixando atada.
Tive que conhecer lados diferentes da vida, das pessoas, tive que sentir saudade, pra entender o que/quem realmente me era importante.
Foi em meio a essas redescobertas que eu criei comigo a certeza que sim, eu ainda era uma boa pessoa, e não merecia deixar pra trás meus sonhos.
Parei de pôr a culpa dos meus erros na vida/outros/tempo/crise mundial e passei a entender o exato motivo pelo qual eu deixei cada coisa acontecer.
E agora, suspirando aliviada eu tenho mais um motivo pra querer nao repetir velhos erros, pra não me fechar, não desistir.
E eu mordo a língua pra dizer, não nego, que talvez seja, apesar de alguns percalços, um dos melhores momentos da minha vida em vários aspectos. Principalmente com relação a clareza de tudo que se passa. Foi ter o aniverssário com maior número em cima do bolo, e foi ter a presença de gente que eu realmente amo ali comigo, foi ter que aprender a ser humilde e recomeçar em sentido profissional e pessoal, e mesmo assim não perder a fé de que nada na vida acontece sem motivo.
Bom, to tagarelando demais hoje eu sei...mas, o que eu queria deixar pra que voces pensem um pouco hoje é que a felicidade é sempre uma opção nossa, somos nós quem damos espaço pros acontecimentos e pessoas entrarem na nossa vida. Se caiu, levante-se, se quebrou, nada de colar e guardar, joga fora, abstrai.
Bóra ser feliz, porque o amanha...tá meio longe ainda né?

terça-feira, 21 de julho de 2009

SINTA

Sinta o ar pesado do fracasso.Nenhum som emitido pelo relógio.Sombras gigantescas tomam conta de um cenário decadente.Dia e noites, nascendo, morrendo, sem sentido algum.Datas ocultas no calendário, marcadas com lágrimas de uma possível dor.Agora, para!Reconheces essa história? Consegues enquadrar alguém nesse contexto?Pois bem, eu só a Maria do Bairro e os dramalhões mexicanos do SBT.Sinceramente, o destino sempre foi super generoso comigo, graças a Deus. Não gastes mais o tempo assim!Sei que te desaponto quando entras aqui e vê que não é o conteúdo acima que encontras.Para que o cinza quando se tem o azul?O mesmo eu cito em relação a imagem: Para que cabelos rebeldes quando já existe a chapinha? (eu disse que ele era generoso)Pense bem que maravilha, gera empregos e não quebra espelhos.Convenhamos, o mundo já é tão cheio de coisas feias. Eu começar o dia de vocês com uma foto minha recém acordada seria maldade.Eu prezo o bom senso e principalmente a satisfação pessoal.Entendeu onde TU precisas chegar?NÃO, TÁ ERRADO! NÃO É AQUI! (desculpa, mas eu tô bem, obrigada)Não é te escondendo e alimentando esse monstrinho sem identidade aí dentro.Eu já sugeri a idéia do bolo, o trabalho comunitário...Pensei agora em receitar algum filme, com lição de moral forte, mas não me recordo de...AH! "Corrente do bem", talvez.Baixinho aqui pra mim, sou boa em guardar segredos, andasses cabulando algumas das aulas de catequese, não foi?Tudo bem, é compreensível quando se é criança.E mesmo que tua mãe já tenha desistido, eu tenho esperanças em ti, tá? Alguma coisa da tua essência a gente recupera. Mude de canal ou acostume-se com o sorriso, meu bem. :*

segunda-feira, 20 de julho de 2009

...Amor na era digital!

O tempo do relógio parece já não dar mais conta da gente nesse mundo. A cada dia que a gente acorda, lá está uma nova invenção tecnológica, na busca de enganar o queridíssimo Chronos. A gente mal olha pro lado, e os infra-vermelhos, bluethoots, wireless e infra vermelhos invadem nossa vida e conctam o planeta num piscar de olhos. Palavras navegam por terra, água e ar, e aparecem em tempo recorde pra acabar com a solidão e a distância. Você liga o computador e: Olá! Seu sorriso é visto do outro lado do mundo por uma web cam que te responde via Skype: Bom dia! E assim seguimos. Falamos bobagens no orkut, lemos os blogs, usamos o google pra tudo aquilo que não sabemos, compomos, namoramos, trabalhamos via msn, montamos fotologs, compramos livros e havaianas on-line, fazemos amigos daqueles pra quem se pede um conselho sempre, de quem se lembra sempre, mesmo que nunca venhamos a conhecê-los na vida real, mandamos mensagens com fotos pras amigas que foram morar longe, dizemos eu te amo com a velocidade da luz ( e não é quase essa a velocidade de se apertar send?) É, parece que de repente, tudo que estava longe, agora está mais perto. E confesso, sou contraditória. Sou meio hippie, meio filha dos jetsons (lembra daquele desenho em que a faxineira era um robô). Pois é, quer me entender? Nem tente. Quero pé na grama e muita tecnologia. Fui a primeira das amigas a fazer voo duplo e rafting, mas também fui a pioneira em mirc. Já me vi perguntando a frase milhares de vezes, e acho que virou mania: Moço, tem entrada pra USB? Resposta positiva? Alívio! minha vida está salva por um décimo de segundos. Vamos respeitar: Existem futilidades tecnologicas deliciosas e quem disser que não, nunca experimentou andar pelas ruas ao som do ipod como se estivesse fazendo parte de um clipe imaginário. Ou nunca pode viajar pro meio do nada, sabendo que poderia se conectar a internet (mesmo lenta), e continuar sabendo das pessoas, do trabalho, do mundo!
Agora,a vamos ao ponto que me levou escrever esse texto. TRIM:MENSAGEM DE VOZ:O VAZIO!
Mesmo com essa rápida conexão que liga o mundo, eu nunca havia sentido as pessoas tão desconectadas. Não só de si mesmas, mas dos outros. Parece que a carência avança na mesma velocidade com que a tecnologia progride. Muitas vezes decidimos manter relacionamentos com pessoas que juramos conhecer muito (mas que moram ha km de distancia) sem ao menos sorrir para aquele vizinho interessante que esbarrou em você. Eu não sou contra relações virtuais, cada um que cuide de si, e quem é que entende o amor né. Eu também não sou antropóloga, socióloga, filósofa, eu apenas sinto. E o que eu sinto é que o mundo anda carente.Carente do real, sem frases copiadas, fotos corrigidas. Vem cá, a quem a gente quer enganar? Do quê a gente quer se esconder? Melhorar usar a tecnologia apenas ao nosso favor, do que usá-la como barreira pra camulfar nossos defeitos e medos. Afinal, sejamos sinceros: Cheiro é cheiro, beijo é gosto, pele é química, e você não vai saber se quer alguém porque a foto da pessoas tem 480 pixels e te deixou sem folêgo. Ah, não mesmo. A graça está em provar, literalmente, palavra por palavra, beijo por beijo, frase por frase, ao vivo e á cores.

domingo, 19 de julho de 2009

Quanto tempo leva?

Quanto tempo leva, pra gente perceber a importância de alguém? Passada a fase incial, o "novo", como é que a gente percebe que o que ficou é suficiente?
Eu nunca tive facilidade em lidar com sentimentos, a sensação de precisar de alguém é algo que definitivamente assusta.
Apesar de já ter vivido muita coisa em matéria de relacionamentos, eu ainda não havia sido "pêga" pela tal necessidade. Pois é, but pra tudo há uma primeira vez.
Foi uma semana de introspecção, analisando o que realmente andava acontecendo, o que eu definitivamente estava sentindo e querendo, o que era suficiente, o que era suportável, o que é que é que é....
Como geralmente eu vou fazendo as coisas de maneira impulsiva, foi bom ter parado e analisado tudo por óticas mais realistas.
O que de fato aconteceu foi que quando eu menos esperva, eu fui desarmada. Eu aprendi a precisar, e precisar de forma egoísta mesmo, querer estar junto, aproveitar cada minutinho, cada cócega, cada abraço, e até mesmo cada reclamãção.
E o que de fato assusta, foi a velocidade com que isso tudo se deu. Foram as repetinas crises de medo de perder, medo das mudanças, medo de nao ser boa o suficente. Foi perceber que o coração ainda bate, que eu ainda sonho sim com um amor dos grandes!!!!
Foi ver fadada ao pó, toda a minha super segurança, confiança, percepção, manipulação. Foi perceber que nesse jogo, não sou eu quem dá as cartas, e isso definitivamente assusta!
Blá blá blá tais chata hoje cáh. Tem gente que vai dizer que eu to parecendo mulherzinha haha, taí, eu até gosto dessas novas facetas...
E como tudo o que é bom...vai ser difícil assim lá na casa do capeta.
Te aquieta aí Murphy....não tem ninguem falando cuntigo aqui.
Vo ali derramar mais algumas lágrimas e comer uns chocolates...abstrair...abstrair!