sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Rainhas...

Sem recorrer aos tabuleiros para lembrar disso, fale com Anthony Kieds.Se não se importarem, ou mesmo que se importem, aqui vou eu brincar de ser do contra. Quero implicar mais uma vez (nem primeira e menos ainda última) com o que já foi estabelecido. (Por quem? Por quem? Por quem?)Tá, eu tenho certeza que ainda levarei uma surra feia do senso comum. Ou do grupo de "especialistas em xadrez", se é que isso existe.Tudo bem, que Deus e o esquadrão das ovelhinhas negras me protejam sendo assim.Se queres me ver quebrando a cara, me prove. Mas me prove literalmente! Não no sentido gastronômico ou sexual, que esteja claro. Digamos que eu estarei disposta a ser o teu objeto de estudo.Sabe o que é? A regra acima AQUI não obteve cabimento. Nem aqui e nem nas três gerações passadas. Vai ver seja pelo fato de eu vir de um time de rainhas flexíveis. Rainhas que fizeram hidratante da lama encontrada no fundo do poço. SIM! Aquele mesmo poço com molas. E viu só como ele tinha mesmo?Rainhas com força de um exército todo e capazes do que pra ti, pode ser impossível.E eu não falo só de repartiçoes de pães, de uma xícara só de arroz para o almoço de família aos domingos. E nem somente de sorrisos altamente convincentes que disfarçam o cansaço. Falo das mulheres coroadas e bem resolvidas. Que não se escondem atrás de imagens, mas de muito bem com o espelho.Eu falo dessa realidade.E tá vendo o histórico aí? Serve de aviso prévio.Muito cuidado ao enfrentar alguma dessas rainhas.Se não demonstram fraquezas é porque simplesmente não possuem.Se uma delas se render, não dê as costas tão rapidamente.Rainhas também aprenderam a se fingirem de mortas.

2 comentários:

Ma Yamada disse...

Oieeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
Passando rapidinho pra desejar um ótimo final de semana!

Bjim

Su disse...

Que delícia de texto!
Adorei!! =)
Beijos e bom FDS!!